Encruzilhadas
No meio do caminho tinha uma faixa de pedestre e depois dela dois caminhos. Para ficar quantitativamente mais interessante entre os dois havia duas árvores. Talvez por nunca ter conseguido ser a pessoa que escolhe uma única coisa de cada coisa eu adore tanto bifurcações.
Mas eu não sou o tipo de pessoa indecisa que fica em cima do muro, mas sou aquele tipo de pessoa que sempre quis muito e muito de tudo. Será que é possível aproveitar o movimento das encruzilhadas e nelas fazer moradas? Como quem permanece num fluxo contínuo de transformação e transgressão?
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